SOBRE O FESTIVAL

O festival de cinema mais tradicional do Paraná terá na programação longas-metragens nacionais e internacionais e as já tradicionais Competitivas Ibero-Americana, Nacional, Estadual e Londrinense de curtas, que concorrem aos troféus Udihara de melhor filme de acordo com os júris oficial e popular.

O Festival Kinoarte de Cinema é uma realização da Kinoarte (Instituto de Cinema de Londrina), produzido pela Filmes do Leste e tem patrocínio da Prefeitura Municipal de Londrina via Promic (Programa Municipal de Incentivo à Cultura).

PROGRAMAÇÃO CINE TEATRO OURO VERDE

Sessões no Cine Teatro Ouro Verde – R$ 10.00 (Inteira) / R$ 5.00 (Meia)
Sessões Competitiva de Curtas – Gratuita
Sessão Kinocidadão – Gratuito para a Alunos da Rede Municipal de Ensino por meio da Secretaria de Educação da PML.

Renata Pinheiro | Sérgio Oliveira | BRA | 2017


Bethânia retorna a suas terras, onde uma vez funcionou o antigo engenho de açúcar de sua família, o Engenho Wanderley. Entre fotos, criaturas fantásticas, contas a pagar e trabalhadores reivindicando seus direitos sobre a terra, Bethânia enfrenta a si mesma em um presente onde o passado e o futuro são ameaçadores.


Renata Pinheiro trabalha como diretora, diretora de arte e artista plástica. Seu curta “Superbarroco” (2009) foi exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes. Seu primeiro longa, “Amor, Plástico e Barulho” (2013) ganhou três prêmios em Brasília. Sérgio Oliveira ​é diretor e roteirista. Realizou curtas como “Schenberguianas” (2006) e “Praça Walt Disney” (2011), além dos longas “Estradeiros” (2011) e “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos” (2016).

88 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 12 anos

Catu Rizo | BRA | 2017


Três garotas desenham seu cotidiano com pequenas magias. A cidade de Nilópolis se revela uma terra misteriosa e Sofia, Gai e Tina ocupam as ruas noite, curtem o show da Trash no Star e fortalecem sua amizade com bruxaria e rodinha punk.


Catu Gabriela Rizo é cineasta, fotógrafa e pesquisadora pelo Programa de Pós-graduação de Cultura e Territorialidades da UFF. Ela faz parte do coletivo Osso Osso. Com o terceiro olho na terra da profanação é seu primeiro longa-metragem. Este ano, Catu está desenvolvendo um projeto multimídia chamado Uma câmera na mão e Sertão mulher da Baixada.

66 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 12 anos

Anderson Simão | BRA | 2016


Jaqueline, uma jovem humilde de 16 anos, é bolsista em um colégio particular e passa seus dias dividida entre os estudos e os pensamentos em Fernando, o garoto mais bonito da escola e por quem ela está perdidamente apaixonada. O que ela não imagina é que sua melhor amiga, Amanda, já namorou o rapaz e que ele próprio tem um segredo capaz de impedir qualquer chance de namoro entre os dois. Além disso, Marchesi, amigo de Fernando, também gosta dela e pretende fazer de tudo para conquistá-la. Prêmios: Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema de Balneário Camboriú, 2016.


Anderson Simão é produtor executivo da maioria dos projetos d’O Quadro. Entre os destaques como diretor está “Bye Bye, Jaqueline” (2016), primeiro longa-metragem da produtora.

94 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 12 anos

Eduardo Ades | Marcus Fernando | BRA | 2017


Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.


Eduardo Ades dirigiu e escreveu o documentário “Crônica da Demolição” (2015) e o curta “A Dama do Estácio” (2012). Foi produtor de “Morro dos Prazeres” (2013), de “Maria Augusta Ramos, Yorimatã” (2014), de Rafael Saar. Marcus Fernando é pesquisador e produtor musical. Trabalhou com artistas como João Bosco, Moraes Moreira, Flávio Venturini, Joyce, Leila Pinheiro e Nei Lopes. Dirigiu a série “Cale-se - A Censura Musical” (2016).

88 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: 14 anos

Domingos de Oliveira | BRA | 2016


Na intensa boemia carioca nos anos 1960, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político complicado. Prêmios: Melhor filme, melhor atriz coadjuvante, melhor direção e melhor trilha sonora no Festival de Cinema de Gramado – 2016.


Ator, diretor, dramaturgo de cinema e teatro, poeta e cineasta brasileiro, Domingos de Oliveira se formou em Engenharia pelo ENE, nunca trabalhou naquela área já que depois de se ter envolvido no teatro amador, começou a escrever e a realizar para cinema. Seu primeira longa-metragem, “Todas as Mulheres do Mundo”, foi realizado em 1966, sendo já autor de mais de 20 peças teatrais e tendo dirigido vários filmes.

89 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 14 anos

Melissa Dullius | Gustavo Jahn | BRA | ALE | 2016


Melissa e Gustavo atravessam o Oceano Atlântico em busca de uma vida nova em Berlim. Eles seguem seu caminho fazendo filmes, amizades e música, mas um segredo revelado faz o medo vir à tona. Eles perdem o rumo, até o dia em que encontram um portal para o cosmos, expandindo a travessia para além do tempo e do espaço.
Prêmios: Menção Especial No  MFF T-Mobile Nowe Horyzonty, 2016


Melissa nasceu em 1981, em Porto Alegre e Gustavo nasceu em 1980, em Florianópolis. Formam o duo artístico Distruktur desde 2006, quando deixaram o sul do Brasil para viver em Berlim. Juntos dirigiram filmes como “Triangulum” (2008), “Cat Effekt” (2011), “Fotokino” (2012) e “A Máquina do Tempo (2014)”.

72 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 16 anos

Juliana Antunes | BRA | 2017


A realidade na periferia de uma grande metrópole brasileira a partir de uma perspectiva feminina, de uma maneira que ainda não tinha sido vista no cinema. Inclusive por entender que “realidade” é um conceito que sempre incluirá fabulação, imaginário e autoficção, pois também disso se forma o real. Uma experiência única e poderosa. Prêmios: Melhor longa metragem na Mostra Aurora, pelo júri da crítica e Prêmio Helena Ignez para o destaque feminino na 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes, 2017.


Juliana Antunes formou-se em cinema e audiovisual. É programadora da Cine 104 e curadora do Cineclube Aranha. Dirigiu outros dois curtas-metragens ambos em fase de montagem/finalização.

73 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Ficção | Classificação Indicativa: 16 anos

Adirley Queirós | BRA | POR | 2017


Em 1959, preso por fazer um loteamento ilegal, o agente intergaláctico WA4 é lançado no espaço. Recebe uma missão: vir para a Terra e matar o presidente Juscelino Kubitschek no dia da inauguração de Brasília. Sua nave perde-se no tempo e aterrissa em 2016, em Ceilândia, cidade-satélite de capital brasileira. Este é um documentário gravado no ano 0 P.G. (Pós Golpe), no Distrito Federal e região. Prêmios: Melhor direção, melhor fotografia e melhor som no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017; Menção Especial do Júri no Festival de Locarno, Suíça, 2017.


Adirley Queirós dirigiu e produziu curtas e longas-metragens e recebeu mais de 60 prêmios no Brasil e no exterior, incluindo os principais prêmios do Festival de Brasília: em 2005, com o curta “Rap, O Canto da Ceilândia”, e em 2014, com o longa “Branco sai, Preto Fica” – premiado também em Mar del Plata (Argentina), Ficunam (México) e Viennale (Áustria).

100 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 14 anos

Heloisa Passos | BRA | 2017


O filme retrata a relação entre a cineasta e seu pai, um engenheiro que teve seu momento de glória durante a ditadura. Projeções, mapas e fotos são usados como primeiras pontes para se chegar ao passado. Mas é o inevitável presente que golpeia Álvaro e Heloísa quando, diante da conturbada situação política do Brasil de hoje, cada um se coloca em um ponto oposto. Prêmios: Prêmio IDFA de melhor pitching no DocMontevideo, 2016; Prêmio Marco Antônio Guimarães no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017.


Heloisa Passos é diretora, produtora e diretora de fotografia. Dirigiu, entre outras produções, a série “Caminhos”, o premiado curta-metragem “Viva Volta” (2005) e, para a plataforma Field of Vision, os curtas “Birdie” e “Karollyne”. Assina a direção de fotografia de mais de 20 filmes e recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

72 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: Livre

Centro de Memória e Cultura Kaingang | LDA | 2017


Duas crianças kaingang da Terra Indígena Apucaraninha vão pescar no rio, assam os peixes, comem e voltam pra casa. Um curta-metragem realizado inteiramente por indígenas Kaingang.


Jaqueline Kómóg Marcolino e Douglas Noján Candido são dois indígenas Kaingang da Terra Indígena Apucaraninha, localizada dentro dos limites da cidade de Tamarana e Londrina, norte do Paraná. Fazem parte e coordenam junto com oito indígenas o “Centro de Memória e Cultura Kaingang” (CMCK), localizado dentro da Terra Indígena e que busca registrar, guardar, pensar e fortalecer a memória da cultura indígena da comunidade Kaingang.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: Livre

Susanna Lira | Rodrigo Alzuguir | BRA | 2017


O filme narra em primeira pessoa a trajetória da cantora Clara Nunes, que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do trabalho de pesquisa audiovisual, o filme traz depoimentos de mídia na narração da atriz Dira Paes, revelando um pouco mais dessa personagem que, mesmo passados mais de 30 anos de sua morte, permanece em lugar de destaque na história da música popular brasileira.


Susanna Lira é sócia-diretora na Modo Operante Produções, onde coordena e dirige projetos audiovisuais. Ao longo de sua carreira dirigiu dez longas documentais, entre eles “Positivas” (2010) e “Damas do Samba” (2013). Rodrigo Alzuguir faz sua estreia na direção. Tem vasta experiência como escritor, músico, pesquisador e biógrafo, autor de obras como Wilson Baptista, o samba foi a sua glória, pela qual ganhou o Prêmio Jabuti.

71 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: 14 anos

Nelson Hoineff | BRA | 2017


Cantor famoso e político polêmico, Agnaldo Timóteo conta histórias marcantes de sua carreira, enquanto se divide entre seus shows impecáveis e uma campanha para tentar se eleger vereador no Rio de Janeiro.


Nelson Hoineff iniciou a carreira de diretor de televisão ao assumir o departamento de jornalismo da Rede Manchete. Estreou em longas com “O Homem Pode Voar” (2005). Seguiram-se “Caro Francis” (2009), “Alô Alô Terezinha” (2009), “Cauby - Começaria Tudo Outra Vez” (2013) e “82 Minutos” (2015).

85 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: Livre

Francisco Garcia | BRA | 2016


Após a morte de um amigo, Gabriel e Diego conversam em meio a uma noite chuvosa. Os três eram amigos em comum e passam a relembrar momentos que viveram juntos, mas apenas um deles vai ao enterro. O outro se recusou a ir porque sua ex-mulher o traiu com o falecido, mas acabou sabendo pelo amigo que foi como estava o funeral. À medida que converso, eles não só relembram memórias, mas também questionam suas próprias vidas. Prêmios: Melhor ator no 20º Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, Portugal, 2016; Melhor ator no 21º Cine PE, 2017.


Francisco Garcia inicia sua carreira como assistente de diretores como Beto Brant, Renato Ciasca, Flávio Frederico, e em inúmeras publicidades em diferentes produtoras. Sócio fundador da produtora Kinoosfera Filmes (2006), atua como produtor, roteirista e diretor. Foi ganhador de prêmios nacionais e internacionais com seus curta-metragens em 35mm “Desequilíbrio” (2004), “Nanoilusão” (2006), roteirizado por Bráulio Mantovani e “A Cauda Do Dinossauro”, baseado em obra original do cartunista Angeli. Seu primeiro longa-metragem foi “Cores” (2013).

75 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 16 anos

Gustavo Ribeiro | Rodrigo de Oliveira | BRA | 2017


A criação da Babel despeja pelo mundo homens que falam línguas diferentes: todos os rostos, corpos e vozes de Paulo José, encarnados nos personagens que o ator interpretou em sua carreira no teatro, na televisão e no cinema. Este filme é um ensaio cinematográfico sobre este que é um dos maiores artistas do Brasil, no ano em que completa 80 anos de vida.


Gustavo Ribeiro é montador e diretor. Formou-se em cinema na FAAP e fez cursos de montagem na EICTV e na ESDI. Seu primeiro curta-metragem foi “Pássaros na Boca” (2015), e codirigiu a série “A Vaga”. Rodrigo de Oliveira é crítico e cineasta formado em cinema na UFF. É roteirista de “Exilados do Vulcão” (2013). Seu primeiro longa foi “As Horas Vulgares” (2012), seguido de “Teobaldo Morto, Romeu Exilado” (2015).

80 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: Livre

Karen Akerman | Miguel Seabra Lopes | 2015


A Unidade de Internamento de Psiquiatria Forense é uma estrutura de regime fechado, de segurança média, com vertente reabilitadora. Presta acompanhamento psiquiátrico, psicológico, médico, terapêutico e social. Os homens que a habitam foram considerados inimputáveis pelo tribunal. Sentem o tempo passar, lento. É neste tempo individual que o filme se instala. Prêmios: DocLisboa 2015: Prêmio íngreme pelo júri oficial e melhor filme nacional - prêmio escola António Arroio School; Olhar de Cinema - Curitiba IFF2016: Melhor longa metragem brasileiro.


Karen Akerman trabalha como montadora, produtora e realizadora. Miguel Seabra Lopes trabalha como argumentista, produtor e realizador. Co-realizaram os filmes “Incêndio” (2011), “Outubro Acabou” (2015), “Talvez Deserto, Talvez Universo” (2015) e “Confidente” (2016).

98 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: 14 anos

Aly Muritiba | BRA | 2013


O diretor Aly Muritiba trabalhou por sete anos em uma prisão como integrante da Equipe Alfa. Ele retorna, como cineasta, ao seu antigo local de trabalho para documentar a rotina dos 28 homens e mulheres, que integram a Equipe Alfa, responsável pela custódia de mais de mil criminosos de uma penitenciária brasileira.


Aly Muritiba cria, produz e distribui conteúdos audiovisuais para o cinema e televisão. Fazem parte de seu portfólio filmes como ‘’A Fábrica”, vencedor de mais de 70 prêmios nacionais e internacionais,” Pátio”, vencedor do É Tudo Verdade e exibido na Semana da Crítica em Cannes, ”Brasil”, apresentado em mais de 30 festivais internacionais e ”Tarântula”, selecionado no Festival de Veneza e no Festival de Brasília. Em 2013 lançou o longa ”A Gente ”, documentário premiado no 56º Festival de Documentários e Animação de Leipzig. Em 2014 produziu o longa metragem ”Para Minha Amada Morta”, que além de um grande sucesso de crítica, foi ganhador de 7 prêmios no festival de Brasília e melhor longa estreante no Festival de Montreal, conseguindo chegar aos cinemas em diversas cidades do Brasil.

99 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: 12 anos

Julia Murat | BRA | 2016


Um jovem casal se muda para um grande galpão industrial abandonado. Uma fita laranja colada no chão divide o espaço em duas partes: à direita, o ateliê de escultura dele e, à esquerda, o estúdio de dança dela. “Pendular” acontece neste ambiente onde arte, performance e intimidade se misturam; e onde os personagens perdem aos poucos a capacidade de distinguir seus projetos artísticos, o passado de cada um e sua relação amorosa. Prêmios: Prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema – FIPRESC, Festival de Berlim, 2017.


Julia Murat é diretora, roteirista e montadora carioca. Dirigiu os curtas “A Velha, o Canto, as Fotos” (2001), “Ausência” (2004), “Dia dos Pais” (2008), parceria com Leonardo Bittencourt, e “Pendular” (2009). Seu longa “Histórias que Só Existem Quando Lembradas” (2011) foi selecionado para os festivais de Veneza, Toronto, San Sebastian e Rotterdam e levou 39 prêmios internacionais.

108 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 18 anos

Ramon Porto Mota | Gabriel Martins | Ian Abé | Jhésus Tribuzi | BRA | 2017


Cinco contos de horror. Uma fazenda tomada por horrores há mais de duzentos anos. Cinco encontros com a morte. Um nó que não se desata.
Prêmios: Melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2017.


Gabriel Martins atua como roteirista, fotógrafo, diretor e montador. Dirigiu 12 curtas-metragens, entre eles, “Nada” (2017), selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Ian Abé, Jhésus Tribuzi e Ramon Porto Mota são sócios fundadores da empresa Vermelho Profundo, onde trabalham como produtores, roteiristas e diretores.

124 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Sessão Guerrilha | Classificação Indicativa: 16 anos

Ismael Caneppele | BRA | 2017


Uma autora chega em uma pequena vila no sul do Brasil com a intenção de transformar a vida de Emelyn em uma narrativa ficcional. Quanto mais a autora provoca Emelyn com suas câmeras, mais Emelyn se torna Bernardo, um adolescente dividido entre viver o seu desejo e continuar desejando. Prêmios: Prêmio especial do Júri: Melhor ator social para Emelyn Fischer no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017.


Ismael Caneppele estreou no cinema como roteirista do premiado longa-metragem “Os Famosos e os Duendes da Morte” (2009), exibido em festivais no Brasil e no exterior. “Música Para Quando as Luzes se Apagam” é sua estreia como diretor.

70 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Classificação Indicativa: 14 anos

Santiago Dellape | BRA | 2016


Num rincão esquecido da vasta burocracia brasileira, um chefe psicótico usa uma máquina do tempo para duplicar seu quadro de funcionários e aumentar a produtividade da repartição. Prêmios: Melhor diretor no Rio Fantastik 2016; Melhor Ator, Melhor Montagem e Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2016; Menção especial do júri no 37º Fantasporto, Portugal, 2017.


Santiago Dellape é diretor, roteirista e montador/editor de cinema e vídeo há mais de 15 anos. Já realizou muitos curtas-metragens, como "Ratão" (premiado no Festival de Gramado em 2010) e "A Vingança da Bibliotecária" (exibido no Fantaspoa). Foi roteirista e co-diretor do premiado documentário "Plano B".

100 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 14 anos

Fernanda Martins


O projeto Letras que Flutuam apresenta o resultado do mapeamento de abridores de letras no arquipélago do Marajó, apoiado pelo Programa Rumos, do Itaú Cultural (2015/2016). A pesquisa originou o documentário "Marajó das Letras", sobre os artistas de 6 cidades marajoaras - Breves, Curralinho, São Sebastião da Boa Vista, Ponta de Pedras, Salvaterra e Soure. O doc revela esses artistas e outros que se expressam por meio de diferentes estilos e técnicas de pintura, tradicional e moderna, afetando a paisagem ribeirinha.


Fernanda Martins é typedesigner formada em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes – ECA-USP. Pós graduada em design gráfico e tipografia, na Basel School of Design, Suíça. Além da produção de trabalhos na àrea design estratégico, sustentabilidade, design social, identidade visual e tipografia, também ministra oficinas de desenho tipográfico e aulas de tipografia na Miami Ad Scholl/ESPM.

30 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Sessão Grafatório | Classificação Indicativa: Livre

Joana Mendes da Rocha | Patricia Rubano | BRA | POR | 2017


Documentário sobre a vida e obra do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, contada por ele em entrevistas para Joana, sua filha. Com mais de 80 anos de idade, Paulo Mendes é hoje um dos mais importantes e renomados arquitetos no mundo, mas, acima de tudo, é um pensador cujas ideias e opiniões polêmicas sobre urbanismo, natureza, humanidade, arte e técnica merecem ser ouvidas. Em um constante diálogo entre entrevistado/pai e entrevistadora/filha, Joana é o fio condutor do filme. Como em todas as relações pessoais, principalmente entre pais e filhos, o fio que conduz é também o que é conduzido.


Joana é formada em cinema pela ECA-USP e trabalha em audiovisual desde 1991. Para a TV, foi coordenadora de produção da MTV Brasil e diretora de produção do GNT Fashion, entre outros. Patricia é diretora de séries documentais e programas de TV, como Tabu, Cultura pop brasileira, Happy Hour e Saia justa. Este é o primeiro longa-metragem da dupla.

74 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Sessão Grafatório | Classificação Indicativa: Livre

Daniela Thomaz | BRA | 2016


Minas Gerais. Século XIX. De volta à casa, depois de longa viagem conduzindo uma tropa de escravos, Antônio descobre que sua mulher morreu em trabalho de parto. Sentindo-se sozinho e isolado em uma fazenda improdutiva, ele busca um novo casamento com Beatriz, uma menina muito jovem que frustra seus planos de ter filhos. Antonio volta às expedições negociando escravos e gado. Sozinha na imensa propriedade, Beatriz encontra nos escravos sua companhia. Uma traição implode a família em uma espiral de violência, que é o anúncio dos ventos da mudança. Prêmios: Melhor atriz coadjuvante para Jai Baptista e melhor direção de arte para Valdy Lopes JN no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017.


Daniela Thomas é diretora de cinema, cenógrafa, roteirista e dramaturga. Foi co-realizadora de “Terra Estrangeira” e teve seus outros longas – realizados em parceria com Walter Salles – em competição nos principais festivais internacionais de cinema. “Linha de Passe” foi agraciado com a Palma de Ouro de Melhor Atriz, em Cannes, para Sandra Corvelloni. Recebeu também o Grand Prix e mais quatro outros prêmios no Festival de Havana. “O Primeiro Dia” recebeu o Ariel de Melhor Filme Estrangeiro, no México, além de prêmio de melhor direção e roteiro no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

116 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 14 anos


Barbara Sturm


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/33pgBAUHYer4tZKv2


Elo Company

3 hrs

ACIL

Programação Formativa | Atividade Gratuita

Arthur Lestak | CWB | 2016


Cansado de ter uma única fonte de inspiração, Gimenes, um roteirista solitário que reside em um insólito hotel, precisa enfrentar frente a frente essa angústia, no que quer dizer, sua falecida esposa.


10 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Gil Baroni | CWB | 2017


Gabriel descobriu que está com HIV e resolveu contar pra todo mundo. Prêmios: Prêmio FEPEC – Melhor Curta Reflexão no Festival Recifest de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero.


Gil Baroni é diretor, produtor, roteirista, montador e artista multimídia. Sócio da produtora Beija Flor Filmes, suas obras mais recentes abordam a temática LGBT, como o premiado documentário curta-metragem “Horizonte de Eventos”, selecionado para festivais do Brasil e do mundo, e que conta a história de um jovem portador do vírus HIV; o longa-metragem ficcional “Alice Júnior”, em pós produção, que trata da vivência de uma adolescente trans que quer dar o seu primeiro beijo; e o curta-metragem ficcional “Eutanásia Virtual”, em pré-produção, que narra as consequências do bullying contra um adolescente trans. Gil Baroni já foi professor no curso de Cinema e Vídeo da Faculdade de Artes do Paraná, e atualmente é professor na pós‐graduação Cinema: Projetos, Processos e Reflexões, da Universidade Positivo.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Caio Baú | CWB | 2016


“Luiza” trata da delicada relação entre uma jovem deficiente e o universo que a cerca, tendo a sexualidade como fio condutor para abordar questões como preconceito, relações entre pais e filhos, superproteção da família, autonomia, diferenças e amor.


Natural de São Paulo, Caio Baú é formado em Cinema pelo Centro Europeu e Graduando do curso de Cinema e Vídeo da Faculdade de Artes do Paraná/UNESPAR. Já trabalhou na produção de mais de 30 curtas e entre os destaques está o desenvolvimento do seriado documental (des)iguais onde atuou como Produtor e assina roteiro e direção de um dos episódios. Hoje integra o time da produtora Grafo Audiovisual, atuando na área de desenvolvimento, formatação e planejamento estratégico de projetos. “Luiza” é seu primeiro curta.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Caroline Biagi | CWB | 2017


Enquanto uma festa de Carnaval acontece na sala, Lú entra no quarto da mãe procurando linha e agulha para costurar a alça da blusa de Tati.


Formada em Cinema e Vídeo e Jornalismo, Caroline Biagi é sócia da produtora Diadorim Filmes, na qual trabalha como diretora, roteirista e produtora. Roteirizou e dirigiu os curtas metragens "Agosto" (2012), "Partida" (2012), "O Fim do Verão" (2015) e "Noite Púrpura" (2017).

18 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Eduardo Colgan | CWB | 2017


Eu nunca tinha ouvido um tiro antes. Eu não sabia do silêncio que vinha depois do estouro, como se meu próprio tímpano tivesse explodido. Ou talvez fosse o corpo caído no chão que não saía da minha cabeça. Prêmios: Melhor filme paranaense no Olhar de Cinema - Curitiba Int'l Film Festival, 2017; Festival Comittee Award no Kinoshot Fest, Ucrânia, 2017.


Fundador do coletivo audiovisual Veneno Filmes e diretor dos curta-metragens "Quatro e Fíntchy" (2015) e "Vitória" (2012).

17 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Laís Melo | CWB | 2017


A coragem foi se fazendo aos poucos conforme a angústia tomava o corpo. Em certa manhã, Glória, 34 anos, parte em busca de um lugar para voltar a ser. Prêmios: Melhor curta-metragem, melhor atriz (Patricia Saravy) e melhor fotografia no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017.


Laís Melo é uma das organizadoras do Curso de Comunicação Popular do Paraná, militante do Levante Popular da Juventude e da Via Campesina. Envolvida com coletivos feministas, também atua como produtora e educadora popular do Projeto CineSol, um curso continuado de cinema para jovens aquém das políticas públicas culturais.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Paranaense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Luciano Pascoal | LDB | 2017


CO Empresário Archibaldo Vicentini é o guardião das memórias cinematográficas do pai, o médico Orlado Vicentini, cineasta amador que filmou curtas metragens retratando o cotidiano da família e um documentário fundamental com imagens históricas para a comemoração do Jubileu de Prata de Londrina em 1959. A equipe de filmagem levou Archibaldo para o Museu Histórico de Londrina, onde estão os equipamentos do pai, para relembrar acontecimentos s e detalhes dessa aventura cinematográfica. Diante dos equipamentos e da projeção de imagens, Archibaldo vasculha os vestígios de sua própria história.


Luciano Pascoal é Jornalista e mestre em Antropologia Cultural. Professor Universitário na área de Comunicação, Fotografia e de Linguagem Cinematográfica. Dono da Vertigo Filmes, produtora especializada em audiovisuais corporativos, institucionais, culturais e documentários.

13 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Rafael Ceribelli | LDB | 2017


Um homem leva seu filho para caçar pela primeira vez dentro de uma fazenda da família. A caça traz a tona um passado obscuro.


Rafael Ceribelli trabalha como diretor, roteirista e editor. Ele também é co-fundador do ScriPitch – uma plataforma online para roteiristas independentes.

14 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Lucas Meyer, Lucas Matheus | Jessica Doarte | Beatriz de Brito | LDB | 2017


Áurea, Maíra, Renata e Quézia. Quatro mulheres. Quatro histórias. Marcas e cicatrizes diferentes. Duas cesarianas. Três abortos. Quatro partos naturais. Dores que ultrapassam os limites do que é fisiológico. Uma doula e uma pesquisadora de assistência ao parto corroboram os relatos. Independe de idade, etnia ou classe social. Saúde pública e privada. Uma das mais cruéis violências de gênero, sem análogo para homens. Este documentário busca escancarar uma realidade que violenta mulheres pelo simples fato de serem mulheres.


21 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Gato Monstro | LDB | 2017


Um homem é acordado no meio da noite por gritos de socorro vindos de algum lugar. Ir atrás da origem pode ser perigoso e revelador.


A Gato Monstro é a produtora oficializada de Lika Yoshida e Felipe Pauluk, vencedores de Melhor Curta da Competitiva Paranaense, em 2016, com o curta "O Pelourinho", pelo júri oficial. A dupla já trabalhou e dirigiu clipes das bandas Assis e a Flor de Lótus, Montauk, Umnó, Vulgar Gods e Rafael Morais Trio.

11 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Coletiva | LDB | 2017


O filme comunica-se com o público por falar de situações, propor sensações e acima de tudo, mostrar uma visão sobre a realidade de parceiros que dividem o mesmo espaço, desgastados pela intimidade amorosa e pela frustração de uma vida.


12 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Edilson Oliveira | Fagner Bruno | João Vitor Gimenes | Lucas Godoy | LDA | 2017


Uma história sobre encontros e desencontros. Perdidos na cidade, uma sensação estranha, um bairro novo que brota como a aurora, o lixo que descarta e alimenta, o trabalho que produz e esgota. A permanente e efêmera relação.


15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Luis Henrique Mioto | LDB | 2017


É aniversário de Ariel, seus pais preparam a festa, seu tio e primos lhe trazem um presente que alimenta a visão de Ariel sobre o dia que passa, em brincadeiras. Um, dois, três e já! As profundidades das personagens se abrem, em cenas singelas, delicadas e intensas, como uma brincadeira. Jogos de olhares para todos os cantos, o filme mesmo é um brinquedo para o espectador.


Luis Henrique Mioto trabalha com cinema desde 2004. É coordenador do grupo “Ahoramágica Cinema & Memória”. Historiador, Mestre em Educação e Agente Cultural. Desde 2009, vem coordenando cursos de apresentação da linguagem cinematográfica. Realizou vários vídeos curtas-metragens de linguagem experimental e poética, entre 2011 e 2016 dirigiu quatros documentários em longa metragem e escreveu e dirigiu “O Pequeno”, de 2015. Há três anos desenvolve um trabalho junto à comunidade indígena Kaingang da Terra indígena Apucaraninha, com foco em organização de acervo e espaço de memória da comunidade e formação audiovisual.

30 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Londrinense de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Samantha Nell | Michael Wahrmann | BRA | RSA | 2017


Um dia divertido num safári em algum lugar da África do Sul: o bagageiro Jacob sonha que mata um leopardo com as próprias mãos, Anthea tenta limpar um chalé isolado, Cosmas varre folhas sob a árvore com sinal de celular enquanto escuta as conversas dos turistas e Ndu é um guia-florestal num safári onde não tem bicho nenhum. Shaka, um dançarino Zulu, quer atuar numa peça de Shakespeare, enquanto Thando, sua namorada, lhe diz umas verdades sobre a vida. Prêmios: Prêmio Especial do Júri no 20º Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira.


Samantha Nell é roteirista, diretora e produtora. Natural da África do Sul, ela produziu curtas em quatro continentes. Michael Wahrmann é diretor, produtor e editor. Seu primeiro longa foi “Avanti Popolo”, de 2012.

23 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

Calí dos Anjos | RJ | 2017


Tailor é um cartunista transgênero que compartilha em sua página na internet experiências de outras pessoas trans e seus desafios dentro da sociedade. Um documentário animado sobre pessoas trans, feito por pessoas trans.


Calí dos Anjos cursou Comunicação Social - Radialismo na UFRJ. É diretor associado na Suma Filmes, trabalha com montagem e roteiro. Editou a websérie Drag-se Docs, exibida no Canal Brasil. Tailor é seu primeiro filme como diretor.

10 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

Pedro Giongo | PR | 2017


O filme narra o dia a dia de um jovem imigrante chinês no Brasil, que trabalha em um boteco com seu tio, oscilando entre o tédio e cobranças opressivas em sua longa jornada de trabalho. O rapaz vaga pela cidade, em um processo de adaptação e reconstrução de suas relações com a cidade, com o trabalho e com os afetos.


Diretor, artista visual e animador. Realizou os curtas “Bússola” (2012), as animações em stop-motion “Parque Pesadelo” (2015) e “Tango” (2016) e a ficção “A Canção do Asfalto” (2017). Seus filmes já passaram em festivais como Animafest Zagreb, DOK Leipzig, Krakow Film Festival, Cine Latinoamericano de Havana, entre outros.

16 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

Bruna Callegari | SP | 2017


Erguido em plena metrópole de São Paulo, um farol marítimo guarda mistérios e habita o imaginário dos moradores da cidade.


Bruna Callegari é cineasta conhecida pelo curta “Deusa” (2016).

16 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

André Gevaerd | SC | 2017


Valentina é uma menina de 6 anos que acaba de perder sua mãe. Para enfrentar a ausência materna ela cria um planeta fictício no jardim da casa de sua vizinha, Cecília. Seu mundo é abalado com a chegada de Francisco, um garoto argentino de 15 anos, neto de Cecília. O encontro entre os dois acaba despertando ciúmes do pai de Valentina, Antônio, e trazendo à tona discussões sobre temas importantes como a vida e a morte.


Graduou-se em Cinema na FAAP em 2008. Foi selecionado para o 11º Berlinale Talent Campus e membro do Kino Kabaret. Entre seus últimos trabalhos destacam-se “Cores” (2012), “Trabalhar Cansa” (2011) “Estação” (2010) e “Rua Mão Única” (2010), sua estreia na direção.

19 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

Rodrigo Campos | PE | 2017


Por entre estrelas, trânsito, mar, poesia e precariedades, Vera, escritora prolífica e nunca publicada, e o Vigia, eletricista, encanador e estudioso da astronomia, exercem a liberdade de habitar decididamente os mundos que tomaram como seus.


É diretor e roteirista, além de sócio e coordenador de projetos da Pacto Filmes. Encontra-se em fase de pré-produção de seu primeiro longa documentário para cinema, O Olho do Camaleão – Siron Franco, ganhador do FSA, e em fase de elaboração de roteiro de seu primeiro projeto de ficção de longa-metragem, Refluxo, cujo argumento também foi ganhador do FSA.

22 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 14 anos

Hong Sang-soo | COR | 2017


Younghee é uma atriz famosa que tem a sua vida pessoal exposta após um caso com um homem casado. Ela acaba então decidindo deixar sua cidade e passar um tempo em Hamburgo, na Alemanha, e dar uma pausa na carreira. E, ao retornar à Coréia, Younghee reencontra os velhos amigos e começa a refletir sobre suas possibilidades de futuro. Em noites regadas a álcool, ela se libera e diz o que realmente sente, gerando conflitos bem complexos com eles.
Prêmios: Melhor atriz no Festival de Berlim, 2017; Prêmio Especial do Júri, Los Angeles Film Festival, 2017.


Filho de um oficial do exército e de uma funcionária de uma produtora de filmes, Hong Sang-soo descobre o cinema assistindo a filmes hollywoodianos em sua casa. Já adolescente, Hong se matricula na universidade de Chungang, em Seul. Ele termina seus estudos e pós-graduações nos Estados Unidos. Realizando filmes desde 1996, Hong se habituou a frequentar festivais europeus de cinema e sua obra se destaca pelo caráter autobiográfico.

101 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 14 anos

Alain Resnais | FRA | JAP | 1959


Uma casada atriz francesa passa seu último dia na cidade de Hiroshima terminando sua participação em um filme sobre a paz e o seu relacionamento amoroso com um casado arquiteto japonês, que aos poucos a lembra de um trágico amor que ela teve durante a guerra. O filme analisa a memória, a psicologia, o comportamento dos personagens vivendo em um mundo sem perspectiva e com os traumas que os afligem. Prêmios: New York Film Critics Circle Awards - Melhor filme estrangeiro, 1960; Melhor filme estrangeiro pelo National Board of Review, 1960; Melhor filme pelo Sindicato de Críticos Franceses, 1960.


Alain Resnais nasceu em Vannes. Seus curtas-metragens, distinguidos por sua criatividade, lhe permitem ser encorajado pelo produtor Anatole Dauman. Fez "Guernica" (1950), "Noite e Nebilna" (1955), "Toda a Memória do Mundo" (1956) e "Le Chant du Styrène" (1957). Testemunhas de sua habilidade, seus amigos da Nouvelle Vague, como Truffaut e Rivette já o consideravam um mestre. Com seus primeiros longas-metragens, "Hiroshima, Mon Amour" em 1959 e "O Ano Passado em Marienbad" em 1960, ele adquire renome mundial.

90 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 12 anos

Gustavo Vinagre | SP | 2016


Sandra está grávida e quer uma menina. Seu marido, Marcos, quer um jogador de futebol.


Gustavo Vinagre é formado em Letras pela USP. Especializou-se em Roteiro na EICTV de San Antonio de los Baños, em Cuba. É diretor dos premiados curtas-metragens “Filme Para Poeta Cego” (2012) e “La Llamada” (2014) e do média-metragem “Nova Dubai” (2014).

25 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Bárbara Wagner | Benjamin de Búrca | PE | 2017


Na escuridão de um clube noturno, membros da cena da música brega planejam sua ida do estúdio para o palco. Gestos são seguidos por melodias sobre amor, traição, luxúria e poder em um documentário sobre como a indústria da música pop se tornou uma forma de trabalho no Nordeste.


Bárbara Wagner nasceu em Brasília em 1980. Desde 2007, suas fotos têm sido exibidas em exposições individuais e coletivas nacional e internacionalmente e fazem parte das coleções permanentes do MASP e MAM em São Paulo. Desde 2011, trabalha em colaboração com o artista Benjamin de Burca (Munique, 1975), com quem participou do 33o. Panorama de Arte Brasileira (São Paulo, Brasil), da 4a. Bienal do Oceano Índico (La Réunion, França), da 36a. EVA International (Limerick, Irlanda), da 5a. edição do Prêmio Marcantonio Vilaça, da 32a. Bienal de São Paulo (São Paulo, Brasil) e do 5o. Skulptur Projekte Münster.

18 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Experimental | Competitiva Nacional de Curtas

Matheus Sundfeld


Um funcionário de um parque eólico encontra uma garota em uma festa da cidade e saem para passear de moto.


Matheus Sundfeld é parceiro do cineasta Eugenio Puppo no controle da produtora Heco Produções e na direção geral da Mostra de Cinema de Gostoso (RN). Matheus já produziu dois dos longas de Puppo: “Ozualdo Candeias e o Cinema” (2013) e “Sem Pena” (2014).

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

João Paulo Miranda Maria | SP | 2017


Em uma cidade pequena do Brasil, uma garota trabalha todos os dias em uma floresta de eucaliptos, aonde ela combate formigas usando pesticidas. No entanto, seu conflito interno.


João Paulo Miranda Maria nasceu em Porto Feliz, cresceu em Rio Claro. Formado em Cinema e Mestre pela Unicamp. Professor na UNIMEP e coordenador do coletivo Grupo Kino-Olho. Foi selecionado em 2015 no Festival de Cannes - Semaine de la Critique com o curta "Command Action" e em 2016 na Competitiva Oficial de Cannes com o curta “A Moça que Dançou com o Diabo”.

12 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Pedro Jorge | SP | 2017


Voe como uma borboleta, ferroe como uma abelha.
Prêmios: Prêmio Semana Paulista na Semana Paulistana do Curta-Metragem, CCSP, São Paulo/SP, 2016; Melhor Filme no 5º Iguacine, Nova Iguaçu/RJ, 2017; Melhor Direção no 2º DIGO, Goiânia/GO, 2017; Melhor Filme, Melhor Direção de Arte e Prêmio Canal Brasil no 21º Cine PE, Recife, 2017; Melhor Filme pelo Juri Popular e Melhor Ator (Sidney Santiago) no 24º Festival de Cinema de Vitória/ES, 2017; Melhor Curta Ficção no 10º Curta Cabo Frio/RJ, 2017; Melhor Ficção, Melhor Direção e Melhor Fotografia no 4º Festissauro, Sousa, PB, 2017.


Pedro Jorge é editor e diretor conhecido pelos curtas “A Vermelha Luz do Bandido” (2009), “A Navalha do Avô” (2013) e “Diamante – O Bailarina” (2016).

20 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Angelo Defanti | RJ | 2017


Em setembro de 2012, o prefeito de Borá escreve uma postagem no Facebook.
Prêmios: Melhor curta-metragem no Festival do Rio 2017.


Nascido em Niterói, em 1983, dirigiu seis curtas, dentre eles “Feijoada Completa” (2012) e “Um Dia” (2015), além do longa “Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete” (2014) e a série “HQ - Edição Especial” (2016). Atualmente, prepara seu primeiro longa de ficção, “O Clube dos Anjos”.

14 min

Cine Teatro Ouro Verde

Documentário | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Juliana Rojas | SP | 2017


1986. Na sala de espera de uma clínica de abortos clandestina, a recepcionista, uma paciente e uma acompanhante aguardam a passagem do cometa Halley, enquanto a médica enfrenta dificuldades com um dos procedimentos.


Formou-se em cinema pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Ainda na universidade conheceu o diretor Marco Dutra, com quem iniciou uma parceria. Os dois dirigiram juntos em 2004 o curta-metragem “O Lençol Branco”, incluído na mostra Cinéfondation do Festival de Cannes. Seu primeiro longa, “Trabalhar Cansa” (2011), novamente em parceria com Dutra, também foi exibido em Cannes, na mostra Um Certo Olhar. Ganhou o Prêmio da Crítica de melhor longa brasileiro no Festival de Gramado de 2014, com “Sinfonia da Necrópole”. Seu longa mais recente é “As Boa Maneiras” (2017).

25 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

Gui Campos | DF | 2016


No alvorecer da existência, uma rosa desabrocha ao receber as carícias dos últimos raios do sol. Um filme sobre amor e sexualidade na terceira idade, e a luta para sobrepujar as convenções sociais.


Sócio fundador da Lumiô Filmes, Gui Campos é formado em comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) com especialização no audiovisual, em Buenos Aires e Madrid.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

René Guerra | SP | 2017


Nádia é uma travesti que quer ser mãe. Ela será mãe. Ela é mãe.
Prêmios: Prêmio especial – Atriz: Roberta Gretchen, no 28º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo; Menção Honrosa curta-metragem – Roberta Gretchen Coppola e Melhor Curta pelo Voto Popular no Festival do Rio 2017.


René Guerra é formado em cinema pela FAAP (2006). Roteirista, diretor de cinema e teatro, completou seu primeiro curta-metragem “Os Sapatos de Aristeu” em 2008. Também dirigiu o curta “Quem Tem Medo de Cris Negão?” (2012).

18 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

Sávio Leite | MG | 2017


Filó, uma fadinha lésbica com dedos ágeis, seduz as mulheres de dia, vestida como menino. Mas à noite algo estranho acontece e logo metade da população da Vila do Troço aguarda ansiosamente na fila.
Prêmios: Prêmio da crítica (Abraccine) – 27 Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – Fortaleza- CE - Brasil – 2017; Menção Honrosa – Festival de Cine Experimental de Bogotá Cine Autopsia – 2017.


Sávio Leite estudou Comunicação, Artes Visuais, Cinema e Vídeo. É um videoartista, diretor de curtas-metragens, professor e coordenador de workshops de vídeo e imagem, tendo colaborado ainda em vários projetos cinematográficos. Fundador e curador do festival MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação.

6 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

Renan Brandão | RJ | 2017


Ao mesmo tempo em que Elisa se despede de Heliomar, conhece o jovem Michel.


Renan Brandão é formado em cinema na cidade do Rio de Janeiro, sócio fundador da Baraúna. Roteirizou e dirigiu 4 curtas-metragens, onde destacam-se “Lágrimas de Ogum” (35mm, 2009) filme selecionado para mais de 25 festivais nacionais e internacionais e “Eu Nunca Deveria Ter Voltado” (35mm, 2012) que recebeu os prêmios de melhor direção, ator e trilha sonora original no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2012.

20 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

Nathália Tereza | MS | 2017


O pai de Luana e Wagner envia uma carta após anos de abandono. Wagner acredita que o pai pode ter mudado. Luana não.
Prêmios: Prêmio Aquisição Canal Brasil – 28º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo.


Nathália Tereza nasceu em 1988 e cresceu no centro-oeste brasileiro. É roteirista, diretora e sócia da produtora Diadorim Filmes. Dirigiu os curtas “Te Extraño” (2014), ”A Outra Margem” (2015) e “A Casa Sem Separação” (2015).

25 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Nacional de Curtas | Classificação Indicativa: 18 anos

Nico Stefanazzi | ARG | 2017


Alfredo e Elvira são um casal que vive afastado da cidade em um vilarejo castigado por uma seca que dura mais de um ano.


Nico Stefanazzi é diretor, produtor e realizador audiovisual. Estudou Desenho de Imagem e Som na Universidad de Buenos Aires. É sócio fundador da Uramielo Producciones. Dirigiu as séries documentais "Historias De Hoy" e "De Glew A Paso Del Rey". Também atuou como Chefe de Produção e Coordenador de Produção de séries documentais para a televisão como "Juana, Bronce Y Libertad" para o canal Encuentro.

14 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Ángel Jaquem | ESP | 2017


O sentido de uma família se perde quando o pai parte para a II Guerra Mundial.
Prêmios: Menção honrosa em Brno16 – República Tcheca; melhor atriz no Hrizantema Film Festival  - Subotica, Sérvia; Menção honrosa no Sustefest – Guanajuato, México.


Nascido em Madri, Ángel Jaquem estudou no NIC (Instituto del Cine de Madrid) onde dirigiu seus primeiros trabalhos. Em 2011 debutou com o curta “Nivola”. No ano seguinte, realizou “Ataxia” e em 2014 o curta “Recuérdame”. “Cartas Ciegas” é seu trabalho mais recente.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Carlos A. Díaz | ARG | 2016


Um barqueiro acorda sozinho. Os peixes se transformaram em violões quebrados. A floresta chama.
Prêmios: Melhor curta-metragem argentino – Ficsur 2017.


Após concluir seus estudos em fotografia em Buenos Aires, Carlos Alberto Díaz trabalhou em publicidade e televisão tornando-se depois roteirista e diretor dos curtas-metragens “Carne” (2007), “El Hilo” (2010) e “Frio” (2012).


15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Santiago Eguia
 | PAR | 2016


Estela é uma anciã que passa a viver sozinha após a morte de seu esposo Samuel. Tudo muda ao receber a visita de um menino de nove anos que aparenta ser seu falecido marido. Ela deve decidir acreditar ou não e encarar as consequências.
Prêmios: Melhor curta, melhor roteiro no Festival Internacional de Cortos Tesape – Paraguai, 2016.


Santiago Enguia nasceu em Asunción, Paraguai. Membro do primeiro grupo de estudantes de cinema do país, trabalha como freelancer para produções fílmicas locais.

12 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Ageda Kopla Taldea


Realizado pelo coletivo basco Ageda Kopla Taldea, sob coordenação de Begoña Vicario, o filme vale-se da tradicional celebração católica em devoção a Santa Águeda realizada no país Basco, para abordar de modo sensorial e poético o violento e opressor machismo estrutural, a diferença de gênero enraizada na sociedade, que colocam mulheres sempre às vésperas de vivenciarem a transformação.
Prêmios: Melhor roteiro no Euskal Zine Bilera Lekeitio (Bizkaia); Melhor curta sobre igualdade de gênero no Asier Errasti Film Laburren Jaialdia; melhor curta basco; ALCINE – Festival de Cine de Alcalá de Henares (Madri).


O curta-metragem é uma obra de criação coletiva dirigida entre vinte artistas jovens bascas e bascos, sob a coordenação de Bego Vicario.

5 min

Cine Teatro Ouro Verde

Animação | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Javier Marco | ESP | 2017


Todo dia, a caminho do trabalho, a mãe de Sara vê um vestido em uma vitrine.
Prêmios: Melhor curta no Festival Villa de Coslada; Prêmio do júri no XVI Avilès Acción Film Festival.


Javier Marco dirigiu vídeos de música, comerciais e curtas-metragens como “El Vestido”, “Ella”, “Classmate”, “Tú o Yo”, “Casitas”, “Voluntario”, “3 Minutos” e “La Soledad de la Luna”. Já ganhou mais de duzentos prêmios nacionais e internacionais como Tribeca New York (USA), Festival Ibérico de Cine (Goya Qualifying), Festival Iberoamericano FIBABC, New York Film Festival (USA), Almería en Corto, Manchester Film Festival (UK), Social World Film Festival (Italy), Festicine Pehuajó (Argentina) entre outros.

13 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Laura Plazas Ruiz | CUB | COL | 2017


Uma pequena família deve se trancar em casa. Um pai doente precisa de constante atenção. Tudo ao redor parece hostil. Prêmios: Melhor direção de arte no Eurekacine – Festival Universitario de Cine – Colômbia, 2017.


Egressa da escola de cinema de Cuba, a EICTV, na especialidade de Direção de Ficção, Laura Plazas Ruiz trabalha como roteirista e co-diretora do longa metragem “Nobalí Se Fue y Yo Volví”, projeto que se encontra na fase de desenvolvimento e foi selecionado pelo Sundance Institute International Screenwriters Lab.

15 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Competitiva Ibero-Americana de Curtas | Classificação Indicativa: 16 anos

Gabriela Amaral Almeida | BRA | 2017


Um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.


Diretora, roteirista e dramaturga, realizou diversos curtas, dentre os quais se destacam “Náufragos” (2009), “Uma Primavera” (2010), “A Mão que Afaga” (2012), “Terno” (2013) e “Estátua” (2014), selecionados e premiados em diversos festivais nacionais e internacionais. Seu mais recente trabalho foi como roteirista do média-metragem “A Terra Treme”, de Walter Salles, em finalização.

96 min

Cine Teatro Ouro Verde

Ficção | Classificação Indicativa: 16 anos

Thiago Freitas – Abragames


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/HDF7gJot70RkGSmC3


3 hrs

ACIL

Programação Formativa | Atividade Gratuita

Eduardo Gaspar


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/f0SmHctyKsQVVqQd2


Responsável pela equipe de criação da Endemol Shine Group no Brasil.

3 hrs

Sebrae

Programação Formativa | Atividade Gratuita

Lilian Stanke


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/F4LWZEAqd70WWit73


Advogada e consultora em blindagem de negócios inovadores e criativos.

3 hrs

Faculdade Pitágoras (Bloco C - Sala C21)

Programação Formativa | Atividade Gratuita

Carlos Daniel Reichel


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/7KbV4bgpwys05fAj1
Pagamento via Depósito:

Produtora do Leste LTDA-ME
Dados Bancários:
Bando do Brasil 001
Agência: 2755-3
C/C: 31051-4
Obs: Enviar o comprovante de pagamento para o e-mail: contato@kinoarte.org acompanhado do Nome/Celular.

Roteirista e diretor premiado em festivais dentro e fora do Brasil.

3 hrs

ACIL

Programação Formativa | Investimento: R$ 15.00 (Vagas Limitadas)

Carlos Daniel Reichel


Link para inscrição: https://goo.gl/forms/7KbV4bgpwys05fAj1 Pagamento via Depósito:

Produtora do Leste LTDA-ME
Dados Bancários:
Bando do Brasil 001
Agência: 2755-3
C/C: 31051-4
Obs: Enviar o comprovante de pagamento para o e-mail: contato@kinoarte.org acompanhado do Nome/Celular.

Roteirista e diretor premiado em festivais dentro e fora do Brasil.

3 hrs

Acil

Programação Formativa | Investimento: R$ 15.00 (Vagas Limitadas)

PROGRAMAÇÃO CINE COM-TOUR/UEL – KINOCIDADÃO

Enquanto a tecnologia do home vídeo e da internet condensa o mundo do cinema para as pequenas telas dos computadores portáteis e dos telefones celulares, o Festival Kinoarte de Cinema, através da sessão Kinocidadão, visa formar público para o cinema do futuro.

Estudantes de 6 a 16 anos vindos de escolas públicas de todas as regiões de Londrina ganham a oportunidade de assistir gratuitamente a um filme nas condições ideais: dentro da sala de cinema. Nesta edição, o Festival Kinoarte de Cinema atenderá mais de duas mil crianças nos cinco dias de projeção.

Sessões: 20/11 à 24/11, Duas sessões por dia (13:30 e 15:30)

garoto
Garoto Cósmico | Alê Abreu  | BRA | 2007 

Cósmico, Luna e Maninho vivem em um mundo futurista, o Alto universo, no ano 2973. Eles vivem no Mundo da Programação, onde as vidas são inteiramente programadas. Eles fazem o que lhes é destinado: estudar, comer, dormir e estudar mais. Uma noite eles se perdem no espaço, enquanto buscam obter mais pontos para ganhar um bônus na escola. Eles então descobrem um universo infinito, esquecido num pequeno circo, o Circo Giramundos, onde vivem novas experiências.

Prêmios: Melhor Trilha – Festival de Pernambuco; Melhor técnica de animação no Animage 2008.
77 min      Cine Com-Tour       Kinocidadão | Classificação Indicativa: Livre

LISTA DE PREMIADOS

 COMPETITIVA LONDRINENSE

  • Melhor Filme Júri Oficial: Speak Easey, Coletivo
  • Melhor filme voto popular: Na hora de fazer não chorou, de Lucas Meyer

 

COMPETITIVA PARANAENSE

  • Melhor Filme: Tentei, de Laís Melo
  • Melhor Direção: Tentei, de Laís Melo
  • Melhor Roteiro: A rua muda, de Eduardo Colgan
  • Melhor Montagem: A rua muda, de Eduardo Colgan
  • Melhor Dir. Arte: Noite Púrpura, Caroline Biagi
  • Melhor Fotografia: Tentei, de Laís Melo
  • Melhor Som: Tentei, de Laís Melo
  • Melhor filme voto popular: Tentei, de Laís Melo

 

COMPETITIVA NACIONAL

  • Melhor Filme: Vaca Profana, René Guerra
  • Melhor Direção: De Tanto Olhar o Céu Gastei Meus Olhos, de Nathália Tereza
  • Melhor Roteiro: A Passagem do Cometa, de Juliana Rojas
  • Melhor Montagem: Orbitantes, de Rodrigo Campos
  • Melhor Dir. Arte: Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica, de Sávio Leite
  • Melhor Fotografia: Estás Vendo Coisas, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca
  • Melhor Som: Meninas Formicida, de João Paulo Miranda Maria
  • Melhor filme voto popular: Diamante – O Bailarina, de Pedro Jorge
  • Menção Honrosa para o elenco de Rosinha: Maria Alice Vergueiro, Andrade Júnior e João Antônio

 

COMPETITIVA IBERO AMERICANA

  • Melhor Filme Júri Oficial: El Vestido, de Javier Marco (ESP)
  • Melhor filme voto popular: Cuando el Dia Nasce, de Santiago Eguia (PAR)